Educação Infantil

A Proposta

Pensamos na criança como um indivíduo em formação, numa das fases mais importantes do seu desenvolvimento humano.

Nosso olhar para nossos alunos foca os aspectos cognitivo, emocional, social e motor, e acreditamos que a grandeza dessas primeiras experiências é proporcional às condições oferecidas pelo ambiente e pelos adultos que os cercam.

Valorizamos muito a parceria Família e Escola para ajudar seu filho, nosso aluno, a crescer com autonomia, a ter responsabilidade, a interagir socialmente com o mundo e com a vida, sempre visando a um relacionamento pautado na transparência e na ética.

A Equipe

A equipe gerente é composta por pedagogas e psicóloga, todas especializadas em Educação Infantil, diariamente presentes e acessíveis no espaço físico da escola. Professoras criteriosamente selecionadas, afetivas, competentes e proativas para este segmento educacional.

Nessa turminha, recebemos os pequenos que completaram 1 ano e que estão caminhando com autonomia, mas que ainda não dominam a linguagem. Esse é um momento muito especial no desenvolvimento infantil, pois junto com a conquista dos primeiros passos e das primeiras palavras, acontece também a conquista de novos espaços físicos e emocionais. Com a entrada na escola, os desafios se ampliam. Agora, independente dos familiares, começam a explorar, a construir novos vínculos afetivos e a dominar seu próprio espaço social. Esse é também um momento especial para o Bahiense Educação Infantil, pois entendemos que essa passagem exige muito cuidado e atenção, pois cada criança chega à escola com uma vivência muito particular e deverá, aos poucos ser adaptada ao seu novo contexto escolar.

Assim que se sentem integradas ao novo grupo, começa a acontecer o trabalho mais importante do Berçário. É no dia a dia das relações entre eles, com a mediação constante da professora, que aprendem a importância do convívio em grupo, onde o desejo, o tempo e as necessidades dos outros são tão importantes quanto os “meus”… Incentivar as trocas afetivas é tão fundamental quanto estabelecer os primeiros limites de comportamento entre eles. Ensinar o cuidado com os brinquedos é tão importante quanto o cuidado com o corpo do amigo. Estimular pequenos passos de autonomia fortalece a autoestima que deve ser reforçada sempre com palavras de carinho e incentivo.

As situações de aprendizagem formal são organizadas pela professora também, considerando que, nesta fase, a criança aprende através da exploração de seu próprio corpo. São atividades sensoriais, concretas e prazerosas que introduzem nossos pequenos no mundo do conhecimento: histórias, música, movimentos corporais, massinha, tinta, papéis, lápis de cera, e muito mais, fazem parte diária da vida escolar de nossas crianças aqui no Bahiense Educação Infantil.

No Maternal 1, recebemos muitas crianças com dois anos completos, que estão entrando, pela primeira vez, na escola. Nessa etapa do desenvolvimento, a maioria delas já está falando o suficiente para se comunicar verbalmente, mas ainda é o corpo e suas expressões seu principal canal de troca com o mundo.

Aqui ainda acontece um importante período de adaptação, pois muitos precisam de um tempo para construir o vínculo de segurança com a professora e com o espaço escolar. Este tempo é determinado pela capacidade da própria criança de construir esse sentimento de segurança com o novo.

A criança de dois para três anos já está muito consciente de si e de sua influência sobre o mundo. Nesse momento, buscam a construção de sua identidade independente da dos pais e querem, de muitas formas, se autoafirmar. Por isso, o trabalho de construção dos limites e regras sociais, feito pela professora, é fundamental. Precisam compreender até onde ir com sua estimulante capacidade de determinar aquilo que lhe favorece!

Sua curiosidade anterior de exploração se aprofunda na investigação dos objetos e das relações e afetos que a circunda. Com o amadurecimento de suas capacidades cognitiva e emocional, começam a imitar a realidade nas brincadeiras simbólicas que agora desenvolvem frequentemente entre eles. Iniciam também, neste período, um mergulho ao mundo da fantasia incentivado pela professora, pois são os alicerces do pensamento criativo importantes para sua vida escolar.

A vivência corporal continua sendo a base sólida para a aquisição de toda a aprendizagem intelectual. Desta forma, o trabalho pedagógico é construído em cima destas vivências. Tornam-se artistas exploradores de materiais plásticos, muito concentrados no efeito de suas ações sobre eles. Tornam-se também cientistas curiosos com a mecânica da vida, constantemente instigados pelos estímulos planejados pela professora.

Na turma de Maternal 2, as crianças entram com 3 anos completos, muito mais confiantes em si mesmas e na sua capacidade de estar no mundo independente dos familiares Por isso, são poucas as crianças que precisam de um tempo maior para se vincular à escola.

Nessa idade, incentivamos ainda mais a busca da autonomia com pequenas tarefas da rotina escolar. O trabalho de mediação das relações no grupo também vai nesta direção, agora, começamos a estimulá-los para que negociem com mais independência seus interesses e conflitos. Como começam a se distanciar da fase autocentrada, conseguem exercitar a empatia e, com um pouquinho de ajuda, percebem os sentimentos do outro e a importância de construirmos as regrinhas da boa convivência.

É no Maternal 2 que a formalização dos conteúdos começa, e, através dos livros pedagógicos, as crianças iniciam o processo de registro desses conteúdos, até então trabalhados apenas concretamente nas vivências coletivas.

Nesta série, a coordenação motora ainda está em desenvolvimento, e o controle do lápis e de outros materiais é uma conquista.

Na Pré-escola 1, recebemos as crianças aos 4 anos completos. Muito autônomas e seguras de si, revelam uma fase onde geralmente dispensam o período de adaptação. Nesse momento, sua maior capacidade de abstração reflete no seu desenvolvimento emocional, social e intelectual.

Muito conscientes de si, gostam de exibir suas capacidades e realizações, buscando o reconhecimento da professora. Estão desenvolvendo também uma nova habilidade para analisar as situações e julgá-las; por isso, começam a ficar muito críticos uns com os outros, o que exige uma atenção especial da professora para trabalhar a tolerância com as diferenças e a cooperação entre eles. Essa nova maturidade faz com que aceitem melhor as regrinhas e os combinados feitos na escola e consigam expressar suas frustrações verbalmente.

Gostam muito de brincar em grupos, que formam por afinidades, e, agora, percebemos que se organizam também determinados pelos interesses entre meninas e meninos. Ainda transitam intensamente pelo mundo da fantasia, das princesas e super-heróis… fantasias estas que, algumas vezes, transbordam para a realidade.

É na Pré-escola 1 que as crianças despertam para a importância da escrita e a reconhecem como código de registro, diferenciando letras de números.

Iniciar a escrita pelo seu próprio nome incentiva-as e motiva-as para o mundo letrado; a partir desse interesse, reconhecem os nomes dos amigos percebendo as semelhanças e as diferenças.

Aos 5 anos, a criança está se aproximando do fim da primeira infância, e, de fato, observamos em seu pensamento e comportamentos os sinais desta transição.

Percebemos que ficam mais concentradas em si mesmas e mais amistosas com os que as cercam. Tornam-se menos impulsivas, começam a aprender a pensar antes de falar.

E sua curiosidade sobre o mundo manifesta-se agora com perguntas mais elaboradas tentando entender para que servem as coisas e como são feitas. Observam atentamente os adultos buscando a compreensão maior sobre as relações familiares e sociais. Com mais facilidade, conseguem se colocar no lugar do outro, e a resolver seus conflitos. Mesmo assim, ainda não dispensam a mediação atenta da professora, que as incentiva sempre para a autonomia do diálogo.

Brincam com grande empenho, imitando o mundo adulto. Gostam também dos jogos com regras pois, além de compreenderem comandos mais elaborados, aguardam com tranquilidade a sua vez.

Percebemos o prazer que sentem em cada vez mais conquistar autonomia também ao realizarem as atividades pedagógicas. Vivenciam a escola como um espaço social todo seu.

Nesse momento, os alunos são estimulados à leitura e à escrita através da pesquisa de palavras e objetos, usando, assim, as letras do nosso alfabeto. E a partir das vivências, constroem textos coletivos junto à professora. Dessa forma, são orientados a perceber a sequência temporal dos fatos para, então, organizar o pensamento anterior à escrita.

Inicia-se também a sistematização dos conteúdos pedagógicos usando os livros didáticos assim como a formação de hábito de estudos através dos deveres de casa.

Horários

Unidade Américas Unidade Jacarepaguá
Integral: 7h30min às 17h40min
Semi-integral: 10h às 17h40min
Parcial: 13h às 17h40min
Integral: 8h às 18h
Semi-integral: 10h às 18h
Parcial: 13h20min às 18h
Unidade Américas
Integral: 7h30min às 17h40min
Semi-integral: 10h às 17h40min
Parcial: 13h às 17h40min
Unidade Jacarepaguá
Integral: 8h às 18h
Semi-integral: 10h às 18h
Parcial: 13h20min às 18h

Atividades Incluídas

Integral e Semi-integral

  • Oficina de culinária
  • Oficina de sucata
  • Oficina de artes
  • Oficina corpo e movimento
  • Oficina de jogos virtuais

Parcial

Atividades

  • Música
  • Psicomotricidade
  • Artes
  • Horta
  • Culinária

Projetos

  • Ciranda do Livro
  • Dia da Fruta
  • Hora da Novidade
  • Conhecendo o mundo através das Artes
  • Projeto Cultural

Colégio Bahiense